domingo, 11 de março de 2012

Ao moço.

Ele tomou todos os goles daquela bebiba quente que circulara suas veias frias,e se manifestou logo em breve.Queria apenas escangalhar aquilo que sentia de banal e estúpido e que precisava ser expulso de dentro dele.pois tudo aquilo já o sufocara e incomodara sua respiração, a tal ponto que o ar já não circulara mas nas esquinas de seus pulmões.E agitado começa a gritar desvairadamente e todas as suas palavras eram lançadas no peito daquele outro com exatidão, e eram flechas sangrentas, de choro, do que ele sentia.Cada letra dita era embaçada pois sua coordenação já se encontrara perdida naqueles goles grandes de beber o outro.E queria sim! O moço queria o outro, moço, sim!E ele dizia autoritário : -Me deixem,mas tragam-me ele aqui! Você abe o que eu estou sentido ??É, eu estou amando! E aquele final de frase tocava aos demais que assistira o seu show enquanto pensavam naqueles que também eles amavam.E daquele modo bêbado de dizer ela os tocara à consciência .E eu pensei nas doses,nos goles,nos litros de desespero tomados por aquele amigo que sentia na carne viva o gosto cruel e desmedido de amar o AMORNOSSO!

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