segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Cansado.

Nesse instante bateu aquela saudade de um tempo curto e estreito nas paredes ocas do peito atordoado, cicatrizado, ferido, magoado.Triste com humanos,pessoas ferem demais e nos usam como armas pra suas babaquices, tolices e tolos somos.Raça mafiosa! Eu estou cansado de expor os meus sentimentos em uma prateleira, no qual você sempre chega e faz sua escolha,eu estou cansando disso, desse disfarce posto em teu rosto pra me fazer de otário,tens transformado minha vida em uma verdadeira construção,me sinto ultimamente assim, tijolo, brita, terra, concreto, pó. Pó de resto,pó de sobra, pó de pó.E faz essa poeira toda em minha vida que pendurei no cabide mais feio do meu guarda-roupa, por não querer mais ver tua face, me sinto tolo, menino, moleque.E tenho mergulhado tudo o que sou,em meus copos profundos de amargura que nunca vive seco, depois de tua chegada.Em nossos corpos já se perdera a necessidade da palavra sempre, para sempre eu vou te amar. Esse sempre não mais existe,não mais aqui no meu peito.Estou aprendendo a ser duro,forte e sensato. Me Preparo todos os dias para o nosso adeus tão próximo, tão certo .E fico incerto, só tenho a certeza da fumaça de meu cigarro, que se perder na sala, por onde caminho e olho o relógio que conversa comigo e diz: -te apressa menino, o tempo passa rápido, apressadíssimo! E no bater dos ponteiros eu me recuso a correr, essa coisa que chamo de vida, nem posso dar outro nome, porque só penso que seja merda, vida é merda.Esse é o pensamento do momento, mas quando lembro e paro e longe, longe mesmo se escuta ainda uma voz dizendo : -MERDA,NÃO!MERDA É ADUBO,MERDA É VIDA,VIDA MERDA!

14.02.2012
“Escrava de teu sorriso, rendida a tua voz e se o que lateja aqui não se manifestar em mim eu posso te guardar, porque até o seu cheiro desconserta todos os movimentos e minhas carnes tremem só de imaginar o que será a partir de então.” 

05.05.11
(...)Talvez a minha existência, não seja muito agradável , nem para mim mesma.
O meu amor era absurdo e prisioneira tornei-me...'

Hilton

Sobre o desentendimento dos nossos olhares fugazes.Senti a fúria do corpo em desespero a procura dos lábios áridos.Um desvairo sem cálculos, sem métricas que faz o sangue subir a cabeça e em cerca de minutos o involuntário dos músculos desesperar-se, inútil querer classificar toda a ânsia e satisfação do gosto amargo do HILTON, que como a sua fumaça escapa  deixando a marca em cinzas daquele lugar chamado momento.
21.09.09
Definir o rosto de paz que ela transmite é quase uma loucura, a cor da pele que desafia o pecado me passa a vontade de tê-la, tão bom desejar-te que só em pensar chego a  fica lúcida,d e tal forma que poderia comente um crime, penso até...
Sequestrar sua calam, em troca de seu amor,tirava-lhe para dançar um tango e de forma contraste um convite para tomar um bom vinho, e observaria os detalhes mais implícitos, e guardaria o nosso encontro de forma tão cafona que depois daríamos risadas, mas estaria contente conosco, com teu ser.Porque só em vê-la o coração vibra e as emoções são complexas.

28.10.09

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Pra esse caboclo

Eu peço que continue, pra que siga em frente porque não tenho mais nada a lhe dizer caboclo demente,que faz das minhas poesias um verdadeiro canto, e quando aqui me vejo aos prantos, fico pensando se vale a pena gastar as minhas novenas sobre versos de desencantos .
Tô magoado caboclo e penso se sou imbecil, tenho até vontade de tomar um pote e um barril de cana, porque caboclo sou tua cama e ainda assim não queres em mim descansar.
Olhe moço agora eu me arretei e se tu vier pro meu lado outra vez, vou te expulsar rapidinho do meu pedaço.Acho inté mentiroso os versos que faço, porque gostei, sarrei e dei um laço.
Melhor lhe digo um nó,e sinto uma dor de parto quando penso que acho que tu é um desgraçado, e fico louco pra te dar uns sarros.
Mas veja só caboclo, seco todas as minhas palavras bebendo você nas noites e tirando uns tragos de meu cigarro que não é de palha, palha mesmo é minha vida seu moço. Que tu embrulhasse nos dedos e colocasse no bolso. E ainda eu quero o arrego desses teus beijos tortos, porque só em pensar em te me enfeito caboclo e me desmantelo todo só pra ver tu cruzar. Cruzar aquela viela, aquela capela que me pus a rezar, pra ver se tu caboclo doido deixar de ser escroto e comece a me amar.
E se eu me estressar, não vou lhe perdoar, mando uma missa rezar pra tuas atitudes imbecis , pego uma vela e coloco num canto, cubro minhas poesias com um manto e prometo nunca mais de tu se alembrar, porque gota serena já rezei tanta novena e ainda fico com pena pro mode que tu nem tenta sonhar.





09.02.12

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Você sabe que é a minha amada, que eu daria o tudo para lhe ver essa noite, e que mesmo sendo impossível nossos mundos eu faria absurdos para lhe ver passar apenas .

08.02.10
Noite.
Silêncio.
Frio.
Relógio.
Saudade, dor, lembrança.
PENSAMENTOS.
Céu, imensidão, distância.
Estrada.
Vidas, Vinda.
Diferença.
Medo, coragem, dúvida.
Amor.
Olhos.
Desejo.
Homem, mulher, canção.
Perfume.
Complicação.
Dor no peito.
Adeus, violão, paixão

E assim vou sendo ...

01.07.11
Mas o corpo agora desobedece todas as regras, o ser padece no paraíso não muito distante.Os limites todos ultrapassados e todas suas forças quebradas.E ela nesse exato momento parece não ter os sentidos, o seu corpo se rende ao toque e o delírio é uma certeza, a voz se transforma rapidamente, seu olhar por vez vergonhoso pede um descanso quando na verdade quer mais e sempre mais, quer o infinito, o absurdo, o modo mais estranho de amar, porque para ela é válida toda forma de amor.

26.06.10 

Em nome dessa saudade

Seu sorriso acaba por me consolar
amo tanto você, amada.
Como é difícil não poder dizer isso claramente em seus olhos de manhãs claras.
Quero o seu pulsar, porque só em respirar já me tornas o ser mais feliz.
Quero cravar em seu peito todo o meu amor,essa coisa coisa louca que a gente sente.
Preciso vê-la passar apenas ,pra tudo que está morto em mim avivar , renovar.
Sua leveza, sua beleza, você...
Matar toda essa saudade maldita que me fortalece, pensar na sua voz baixa, minha reviravolta nas madrugadas, quero calar-te com meu beijo mudo, sentir teu corpo e olhar firme dentro de te, pra ver se ao menos percebes todo esse meu amor latejante, que grita ao mundo essa felicidade que é te amar, quero em chamas me arde junto de te.
Devorar os sentidos, todos.
Arrancarei meu coração se preciso for e coloco em um altar como oferta, e minha alma nessa ficará registrada tudo o que sou por você, todas que sou por você, apenas o que sou por você.
E não hesitarei ao mundo o que quero,mas guardarei meus sentidos.
Prometo te amar hoje ainda que a luz do grande astro não apareça,e  amanhã após ele levantar e até mesmo ontem depois que ele for embora, eu sugiro uma valsa doce nessa noite, eu sugiro nunca te perder, eu prefiro em um abismo me atirar do que imaginar um dia de minha vida sem o seu sorriso .

15.02.11

Black Sentimento

É que as lágrimas que choram os meus olhos, que ardem meus olhos, que queimam meus olhos um dia você vai pagar.Meu coração está pesado, de forma que morro e choro.Lágrimas imperdoáveis, intermináveis.Você me desestrutura, acaba comigo, destrói. Eu morfado de esperar, vivo.Vivo morto de esperar o morto vivo que há; A condenada é por isso que te odeio, por  te amar tanto. Como ?? Como me dói você. Você me dói. Ah pudera eu como louco dessa loucura me curar.Degolar esse sentimento, sufocar esse tormento, me livrar disso que sinto. De bom, de ruim, que não presta, de mim , em mim. É Black esse sortimento de emoções, de sofrimentos, de sentimentos, de cigarros, e fumaça esse amor. Esse mesmo perdido, no vento.

19.04.11
“Ainda assim gosto do frio matinal, mas é com a brisa lunar que me encontro todos os apagares de noite.”

Desabafo ao público.

Ando com uma vontade de despejar em público todas as minhas verdades, mas não acredito que isso me convenha ou até mesmo que seja suficiente.Me sinto enojada de certas criaturas que habitam aqui, com raiva da irracionalidade de povos que se julgam humanos, quero que fique bem claro todo o meu aborrecimento, esqueceram o respeito  para com se mesmo e EU TE AMO torna-se bom dia!Inúteis seres burranos que aprendem a justificar suas falhas estúpidas no álcool, coitado.COITADO seja o álcool que talvez em seu estado mais sóbrio não se deixasse lúcidar por incompetentes humanos, raça calamitosa! Necessitam mesmo de um choque de realidade, um tipo cai na real, uma pisa bem dada quem sabe não surtirá algum efeito.Banalizaram os sentimentos alheios, o egocentrismo povoa a cabeça desse infames, isso me faz ficar em estado revoltoso de vida, troco os meus dias por longas noites sozinha, por não suportar mais a praga humana de existir.

07.04.11

Isso tudo é mentira

Poesia bêbada.

Por você eu me contorço todo. 
É uma agonia estar tão quente perto de você tão gelada, minha dama vermelhosa.
Eu não sei pensar, eu não sei se estou ferido ou enganado.
Eu me pus a escrever porque falar não alimentava minha dor .
E minha sofreguidão estampada na cara de ser humano, jogava naquele instante todos os controles no chão, e em meu pulso azul, corria aquele sangue vermelho , vermelho de chorar, de  chorar minha dor, de quebra a garrafa   de mediocridade de um sentimento  lido em outra língua, e se a minha alma fosse mesmo esse deserto de almas como aquele besouro que pousa em mim e me faz adormece, e dormente minha cabeça batia naquela parede, que tinha um gato que ria, e ria, e ria, e eu pensava naquele copo uou de bêbado do menino que ventilava o que tinha na alma que escrevia, e escrevia , e escrevia como se isso fosse a última opção dentro daquele colchão que estava no quarto, e a solidão que estava deitada nas perguntas que o menino falava. 
E aquele menino via agora o mundo da varanda, em um banco e ficava confuso. 
Se pos a dançar , um a dança na qual a lua era seu par, e as estrelas serviam de platéia.
Mas no canto daquele menino não tinha papel, e no espelho de seu volto encontrar exatamente  aquele que se chamara felicidade, fora buscar no quarto o que já havia em si.
 E de imediato se reconheceram naquele minuto, e no fim da décima garrafa jogou no copo e se entregou a pia.
Embora jovem não tinha menos que vinte.
E pensou naquele cigarro chamado saudade que soprava aquele conto mentiroso e pos se a escrever no pulso de poeta fingidor.
O cigarro se apagara e  numa complicação onde jogava as palavras em seus joelhos onde sem nome, escrevia palavras azuis, onde olhava e não entendia nada.
E como quem quase mata um gato, o menino bêbado falava dos poetas e de como tudo vezenquando se torna estranho.
Assim mesmo bebia e qualquer líquido agora seria suficiente, qualquer que fosse ele, e qualquer detalhe no deserto de almas seria suas referências.
Mas qual eram suas referencias ? os atros? eles seriam sua referência e segundo a menina que escrevia a história, a mulher era sempre uma cachoeira as avessas e então como colar tudo isso, não estando bêbado?
E o cigarro, está em cinzas está na bunda da garota que gritara agora a mordida de uma puta que derramara a bebida no colchão e também nos cabelos e nas marcas de mordidas pelo seu corpo.
A felicidade era quente e toda poesia era mentira e nunca financiara nada do que fosse a dois.
O menino gostava dos opostos.
A gata que quase foi morta tentava entender a poesia maluca e prestava atenção nas mentiras que eram ditas em tons de verdades.
Havia empolgação no ar e o menino andava pelo mundo sem ao menos sair de seu colchão.
As cores se misturavam na cabeça do menino que leu nada e nunca juntou palavras sem sentido; Palavras que se confundiam as cabeças das putas.
A vida se acabava em um minuto, mas nada disso era verdade, o fim estava apenas começando.
Era o fim do sofrimento que se passava, se passava apenas no início e que agora não passava de confusão.
Nem o menino e nem as putas conseguiam mais definir o que era sol do que era noite, separavam apenas seus sexos.
Sexos opostos, dentro de tantas igualdades.
O menino nada podia fazer para deter o sono enquanto as putas enlouqueciam em meio as suas loucuras  bifurcadas. 
O menino não dormia, apenas pensava e por isso estava solitário novamente.
O menino se ia, ia pra longe com seus pensamentos.
Pensava na gata quase morta, nas estrelas elétricas, nas velas e na chama que queimava seu corpo como lenha numa lareira.
Estava quase coberto, mas nada disso realmente fazia sentido.
As putas, o menino, a gata quase morta, gritavam em silêncio, gritavam e não sabia, nem ouviam.
Eles se moviam e destruiam o pouco de lucidez que ainda tinham.
A partir desse dia, no meio de uma noite escura, nem o garoto, nem as putas, nem a gata quase morta seriam os mesmo; Estariam sempre distantes, mesmo estando perto, tão pero que já estavam um dentro do outro.
Eram um só agora.
Um menino que agora era uma puta, e as putas que agora eram um garoto solitário e uma dose dupla descia pela garganta dele, ou delas que agora eram um só.