“Ela inexplicavelmente confundia-se dia pós, exalava seu cheiro heroico e nascia a
cada segundo com duras expectativas de realidade , encontrara em fungos uma
beleza qualificada de sentir nas entranhas um excesso
de vícios somente seus, trazia em algumas malas suas lembranças dividas e
azedas, pegara cada pesar e expunha ao
sol das seis matinal pois até ao meio-dia tudo que vinha grafitado pela estrada
transformará em águas sujas e límpidas
de dentro do calabouço fundo que cavara dentro das paredes ocas e
desorganizadas de seu peito, tudo era solto por dentro e nunca mais conseguira
pregar todo desfeito e pusera a viver em interrogações inacabáveis e procurava
tresloucada esclarecer suas aptidões ,
seus desconcertos, se fizera burra por agir compulsivamente e engolia os
resultados de suas compulsões, louca, impura e coberta de erros se escondera
dentro de casa como se lá fosse uma caixa que jamais seria descoberta e
esquecera que o telhado era mesmo de vidro e que ali ao lado rodara mesmo um
mundo (imbecil) embora não encontrasse solução se fazia mútua e plena de se. Se
enfeitara de pérolas colhidas nas conchas oceânicas mas belas, sabia ser
pulsante, ofegante e calma.Ainda assim era deserta, brilhante e torta.Era uma
menina ácida e latente, pungente e sã, sábia mas aguda e sorria as dores de um
baú sem cor mas cheio de vida.”
Quero ser você quando crescer!
ResponderExcluirBelas e sábias palavras, Marques
Nada melhor que ler seus escritos após um dia breve de sol. Logo mais retornarei ao seu blog com a mesma fome de leitura.
Besos
Hehehe, obrigada pequena.Um cheiro bem grandão em tu viu ??? ♥
ResponderExcluirOutro bem imenso. <3
Excluir