“Lançara-se de fora pra dentro como águas transparentes que
passara como soro, e filtrara-se dentro de mim, certo de que mal chegara no
interno já tinha detalhadamente lá fora as boas vindas e olhá-la com rápida
fuga transfundia um levantamento, uma constância, um deslocamento e vontade de
conversar-te, tinha uma beleza jamais vista e desenhara sua forma em cores
vivas de personagens aqui pertos outrora de algum mundo. Tocara-me como um
sopro de instrumento calmo na noite fria e desalinhada de ser-tão mulher,seu
coração ardente fizera tão doce que causara no outro um desconforto bom de
sentir,alguns momentos ocultos se fizera
presente em alguns pausas de
interrogações (postas)e sua chegada solene despertara alguns poros ainda mortos
por aqui, era o saber sorrir expressado inacabadamente pela sua palma,
encontrei-a assim abstrata e solvente dentro de suas cores encantadas de mulher
majestosa e transbordando de melodia, com um músculo pulsante e florente agora
constara no caderno desfolhado de páginas seletas-e-coloridas de um alguém
vulto.”
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