terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Menina-Adulta

E lá distante nela ainda se avistava, sinais doces de menina aos quinze anos.
traços finos que o tempo roubara sem pudor e sem permissão.E sua ingenuidade
fizera mulher, e como tivesse alguma pretensão, o mundo logo lhe presentiava com sua sentença.
E desde cedo aprendera a sorrir apenas com os dentes e sem que percebesse seus olhos
desmentira a felicidade que sempre fora efêmera na poesia da alma daquela menina-adulta.

22.09.11

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