Na fumaça.
No vento frio da (minha) madrugada.
No silêncio da voz.
Na angústia do relógio.
Na calvice do tempo.
Uma solidão companheira, cabeça cheia de pensamentos
(prontos para explodir)
Perdida.
O barulho que dobra a esquina, incomoda, anestesia, suga.
Poeta na noite...
Criança no dia...
Dor de saudade, de um tempo que era felicidade as coisas que eu não entendia.
Descuido que agora sangra a (im)pureza do meu sorriso.
Pertuba.
Atrasa, os segundos
de VIDA
de MORTE
Da (in)felicidade da menina que fora!
23.09.11
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