O coração pesado.
Uma dor constante.
Vontade de estrangular o mundo.
Cuspir na cara do mundo, carrego comigo um sorriso
atordoado.
Magoado, solitário, hermético e doce.
Tenho uma tristeza singular e os meu itinerários são só meus
prefiro continuar muda a ter que escarrar meu conservadorismo ao mundo
MUDO!
Vastos são os meus transtornos diários e minhas flores noturnas.
Meu breu...
Meu deus!
O mundo vive aqui engasgado em minha laringe, prestes a ser vomitado
Vivo engulhando-o.
Náufrago!
06.10.11
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